Que eu diminua…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os discípulos de João tiveram uma discussão com a elite judaica a respeito da natureza do batismo e foram perguntar a ele: “Rabi, o senhor conhece aquele que estava contigo do outro lado do Jordão? Aquele a quem o senhor confirmou com seu testemunho? Pois bem, ele agora está competindo conosco. Ele está batizando também, e todos estão se tornando seguidores dele em vez de se unir a nós!”. João respondeu: “É impossível alguém ter sucesso – falo de sucesso eterno – sem ajuda celestial. Vocês mesmos estavam lá quando deixei muito claro que não sou o Messias, mas apenas aquele enviado adiante dele, para preparar o caminho. Aquele que recebe a noiva é, por definição, o noivo. E o amigo do noivo, seu ‘padrinho’ – no caso, eu –, a postos ao seu lado, de onde pode ouvir cada palavra, está feliz de verdade. Como poderia sentir inveja, se sabe que a festa acabou e que o casamento terá um bom começo? É por isso que meu cálice está transbordando. Chegou a hora de ele ocupar o centro das atenções e de eu chegar para o lado”. (João 3.25-30)

João, acostumado a estar no centro das atenções, estava pronto, atento ao sinal, para deixar os holofotes e ir para as sombras. Todo o ministério é de Cristo. Não pode haver competição ou rivalidade entre as pessoas que estão cumprindo a vontade de Deus, mesmo quando estão trabalhando em linhas diferentes. Você acha que foi difícil para João ocupar o segundo lugar?

Querido Jesus, ensina-me meu lugar: como servo, não como senhor; como amigo do noivo, não como o noivo; como uma testemunha da verdade, não como a própria verdade. Amém.

>> Retirado de Um Ano com Jesus [Eugene H. Peterson]. Editora Ultimato.

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